Todas as filhas de Deus precisam de bons sapatos para a estrada

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O Livro

Em seu quinto livro de memórias, Maya Angelou nos conta do período em que viveu em Gana, nos anos 1960, época em que muitos afro-americanos buscavam na África uma reconexão com suas raízes. Maya tem a esperança de encontrar no continente africano o sentimento de pertença à terra de seus ancestrais. Com o tempo, porém, percebe que a ancestralidade em comum não é suficiente para apagar os efeitos da história ou garantir aceitação plena. Entre momentos de acolhimento e frustração, Maya Angelou reflete sobre o que significa ser negra, americana, estrangeira e mãe, numa jornada sobre pertencimento, memória e reconciliação com as próprias origens.

Características

Acabamento: brochura
Ano de publicação: 2025
ISBN: 9786556021928
Formato: 13,50x20,50
Idioma: Português
Edição: 1
Número de páginas: 288
Gênero: Biografia, Lançamentos.
Código interno: 2534
Tags: biografia, diaspora-africana, literatura-negra,

O Livro

Em seu quinto livro de memórias, Maya Angelou nos conta do período em que viveu em Gana, nos anos 1960, época em que muitos afro-americanos buscavam na África uma reconexão com suas raízes. Maya tem a esperança de encontrar no continente africano o sentimento de pertença à terra de seus ancestrais. Com o tempo, porém, percebe que a ancestralidade em comum não é suficiente para apagar os efeitos da história ou garantir aceitação plena. Entre momentos de acolhimento e frustração, Maya Angelou reflete sobre o que significa ser negra, americana, estrangeira e mãe, numa jornada sobre pertencimento, memória e reconciliação com as próprias origens.

Características

Acabamento: brochura
Ano de publicação: 2025
ISBN: 9786556021928
Formato: 13,50x20,50
Idioma: Português
Edição: 1
Número de páginas: 288
Gênero: Biografia, Lançamentos.
Código interno: 2534
Tags: biografia, diaspora-africana, literatura-negra,

Todas as filhas de Deus precisam de bons sapatos para a estrada

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Autora

Em seu quinto livro de memórias, Maya Angelou nos conta do período em que viveu em Gana, nos anos 1960, época em que muitos afro-americanos buscavam na África uma reconexão com suas raízes. 

Maya tem a esperança de encontrar no continente africano o sentimento de pertença à terra de seus ancestrais. Com o tempo, porém, percebe que a ancestralidade em comum não é suficiente para apagar os efeitos da história ou garantir aceitação plena.

Entre momentos de acolhimento e frustração, Maya Angelou reflete sobre o que significa ser negra, americana, estrangeira e mãe, numa jornada sobre pertencimento, memória e reconciliação com as próprias origens.