É Carnaval na Pallas!

Vem pra avenida!
Com Conceição Evaristo e Nei Lopes
Literatura e negritude estão presentes em grande parte dos sambas-enredos de 2026.
E no Rio de Janeiro teremos 2 grandes autores da Pallas Editora!

CONCEIÇÃO EVARISTO
Nossa rainha, homenageada pela Império Serrano, irá desfilar no dia 14 de fevereiro
Segundo o jornalista Nelson Lima Neto, na Coluna do Anselmo Gois: “Será um momento para reverenciar a escritora negra, cujos dizeres ganham cada vez mais admiradores no Brasil e em outros países.” [O Globo, por 07/02/2026]
O samba-enredo é inspirando na vida da autora [na figura de Ponciá Vicêncio, Yalodê, nossa mãe] e na sua Escrevivência.
No seu livro mais recente — Literatura negra: uma poética de nossa afro-brasilidade — a autora nutre o nascente conceito de Escrevivência, ao analisar poemas dos principais autores negros dos séculos 19 e 20, com destaque para a poesia publicada pela Cadernos Negros.
📸 Foto: Marcelo Theobald @marcelo_theobald

NEI LOPES
Nosso querido vai ser destaque da Paraíso do Tuiuti
Também na Coluna do Anselmo Gois, no dia 31/01. O samba-enredo da escola [Lonã Ifá Lukumi], é inspirado no livro de Nei Lopes: Ifá Lucumi: o resgate da tradição — uma vertente religiosa africana que vem sendo redescoberta no Brasil e em Cuba, e que atraiu a lupa estudiosa do nosso mestre.
📸Foto: Ana Branco @anabranco10

Mas Nei Lopes também é autor de um romance que tem todo o clima de samba e Carnaval: A lua triste descamba — a história ficcionada na figura de um malandro dos anos de 1940, personagem que conta a sua vida, desenhada pela geografia carioca do samba: do Estácio para Madureira, do Largo da Carioca para o Largo de Campinho, da Central a Osvaldo Cruz e para Fontinha.

Os ibejis e o Carnaval, de Helena Theodoro, ilustrações de Luciana Justiniani Hees
Helena Theodoro, em seu mais importante papel — o de avó —, conta para seus dois netos, Neinho e Lalá, histórias do nosso Carnaval e das tradições africanas, valorizando nossa ancestralidade.
A rosa e o poeta do morro, de Janaína de Figueiredo, ilustrações de Paulica Santos
“Cartola foi um dos maiores compositores de samba e da história das escolas de samba do Rio de Janeiro. Sua vida e sua obra se desenvolveram associadas ao Morro da Mangueira e à Estação Primeira, escola que ajudou a fundar, dando-lhe as cores e muitos sambas. Ele é um dos artistas mais representativos da inventividade musical do povo brasileiro. Neste livro, a autora e a ilustradora celebram o amor por meio do que mais encantou Cartola: a natureza, sua esposa Zica e a Mangueira, apresentando o Mestre às novas gerações.”
Nilcemar Nogueira
neta de Cartola e Dona Zica
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As férias acabaram?
Então é “volta às aulas”!
Joel, o contador de histórias, de Cintia Barreto, ilustrado por Rodrigo Andrade
Nesta bela e criativa homenagem ao escritor e historiador Joel Rufino dos Santos, pioneiro da luta antirracista, conhecemos a infância de Joel e a importância dos livros para sua formação cidadã. Joel era uma criança que adorava ouvir as histórias contadas pela avó e, desde cedo, ganhava do pai histórias em quadrinhos e livros, os quais guardava em uma caixa, que era seu tesouro.
Neste primoroso trabalho de Cintia Barreto e Rodrigo Andrade, Zumbi dos Palmares e Dandara têm suas imagens trazidas para a contemporaneidade, e o contato com a história oral e escrita são destacados como essenciais para a educação de nossas crianças.



Sobre Joel Rufino dos Santos na Pallas:

O autor tem 4 livros publicados, sendo um infantil esgotado (Na rota dos tubarões: sobre a travessia dos navios negreiros); Saber do negro (resultado de uma pesquisa sobre as relações Brasil-África); e duas narrativas ficcionais póstumas: O amor e o nada —recheada de referências históricas e pitadas de samba e futebol; e O rio das almas flutuantes — também com referências históricas, mistura cultos religiosos e elementos culturais, entre o sagrado e o profano da Bahia e do Egito.
No Prelo
| Vem aí!! Dias de Glória, noites de cárcere: a história de Julinho Barroso, de Marcus Galiña Unindo reflexão, humor, coloquialidade e denúncia, Marcus Galiña ficcionaliza em Dias de glória, noites de cárcere a história de vida do produtor e agitador cultural Julinho Barroso, encarcerado injustamente por quase nove anos. Malandro divino: a vida e a lenda de Zé Pelintra, de Zeca Ligiéro O autor constrói um rico panorama da tradição ligada a Zé Pelintra, além de trazer reflexões sobre a importância da memória para as religiões e culturas afro-ameríndias, que enfrentam um processo de apagamento por outras religiões e culturas. |
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