Orquestrada por negros escravizados, libertos, trabalhadores pobres e alguns membros das elites brancas liberais, a Revolta dos Búzios teve seu estopim no dia 12 de agosto de 1798. Salvador amanheceu com 12 boletins afixados em locais públicos e de grande circulação de pessoas, convocando o Povo à revolução! As armas não chegaram a ser disparadas, os canhões não fizeram tremer os muros da cidade da Bahia, mas os planos, esses sim, fizeram tremer as autoridades coloniais que não tardaram a perseguir e reprimir a conspiração. O livro mostra através de ficção inspirada em fatos históricos, como teriam sido os acontecimentos em torno da Conjuração Baiana.
Orquestrada por negros escravizados, libertos, trabalhadores pobres e alguns membros das elites brancas liberais, a Revolta dos Búzios teve seu estopim no dia 12 de agosto de 1798. Salvador amanheceu com 12 boletins afixados em locais públicos e de grande circulação de pessoas, convocando o Povo à revolução! As armas não chegaram a ser disparadas, os canhões não fizeram tremer os muros da cidade da Bahia, mas os planos, esses sim, fizeram tremer as autoridades coloniais que não tardaram a perseguir e reprimir a conspiração. O livro mostra através de ficção inspirada em fatos históricos, como teriam sido os acontecimentos em torno da Conjuração Baiana.

Luís Pimentel nasceu no sertão baiano, entre Itiúba e Gavião, em 1953. Jornalista e escritor, é carioca por adoção, tendo trabalhado em diversas redações de jornais e revistas do Rio de Janeiro. Autor de duas dezenas de livros publicados, entre obras infanto-juvenis, de contos, de poesia, de textos de humor e sobre fatos e personagens da música brasileira, como "As miudezas da velha", Prêmio Jorge de Lima, 1990, "O calcanhar da memória", 2004, e "Grande homem mais ou menos", Prêmio Cruz e Sousa. Outros livros do autor: "Todas as cores do mar", 2007; "Luiz Gonzaga", 2007; "Um cometa cravado em tuas coxas", 2007; "Contos para ler ouvindo música", 2005; "Wilson Batista"; "Entre sem bater: O humor na imprensa brasileira: do Barão de Itararé ao Pasquim 21" e "Piadas para sacanear corintiano: Para alegria de palmeirense"..
Daniel Viana nasceu em Salvador, em 1982. Crescido e criado no Rio de Janeiro, desde 2020 reside em São Paulo. Designer gráfico por formação e apaixonado pelas artes visuais, sempre teve fascínio pelo livro como veículo de uma mensagem e suporte de uma história. Já fez de tudo um pouco na produção de livros, com destaque para capas e projetos gráficos. Sempre querendo ampliar seus caminhos criativos, Esconjuro! é seu livro de estreia como ilustrador.






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