Kianda, uma sereia que vive em Angola, resolve atravessar o Oceano Atlântico para conhecer Iara, a sereia do Rio Amazonas, e o Brasil, país do qual ouviu tantas histórias e que tanto tem em comum com a cultura e povos do continente africano. Em sua viagem, encontra entidades africanas das águas, como Olokun e Iemanjá, se encanta com as belezas do Oceano Atlântico, e, finalmente, encontra Iara, que vira sua amiga e que lhe ensina sobre a importância do Rio Amazonas para o Brasil.
Kianda, uma sereia que vive em Angola, resolve atravessar o Oceano Atlântico para conhecer Iara, a sereia do Rio Amazonas, e o Brasil, país do qual ouviu tantas histórias e que tanto tem em comum com a cultura e povos do continente africano. Em sua viagem, encontra entidades africanas das águas, como Olokun e Iemanjá, se encanta com as belezas do Oceano Atlântico, e, finalmente, encontra Iara, que vira sua amiga e que lhe ensina sobre a importância do Rio Amazonas para o Brasil.

Raul Geovanni da Motta Lody (Rio de Janeiro, 1952), é um antropólogo, museólogo e professor brasileiro, responsável por vários estudos na área das religiões afro-brasileiras, sobretudo na Bahia.
Suas principais pesquisas antropológicas e etnológicas resultaram na publicação do Dicionário de Arte Sacra e Técnicas Afro-Brasileiras, com 1.416 verbetes e prefaciado pelo também antropólogo Roberto DaMatta.
Formou-se em Etnografia e Etnologia pelo Instituto de Antropologia da Universidade de Coimbra, tendo posteriormente se especializado no Laboratório Etnográfico desta Universidade e ainda no Instituto Fundamental da África Negra, em Dakar. Doutorado em Etnologia pela Universidade de Paris, é membro da Academia Brasileira de História, da Academia Brasileira de Belas Artes, do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, dentre outras.





