A obra de William Shakespeare já foi apresentada inúmeras vezes e em diversas plataformas além do teatro clássico. O cinema realizou algumas boas adaptações, outras nem tanto e o mesmo pode-se afirmar da sua transposição para a TV. Seria então o texto aprisionado nas folhas de papel através dos tempos a única e definitiva morada da obra do maior de todos os dramaturgos?
No Brasil o legado shakesperiano teve o teatro como seu grande propagador. Grandes companhias lideradas por renomados atores, na segunda metade do século XX, foram responsáveis por apresentar ao público as versões
tropicais para Romeu e Julieta, O mercador de Veneza, entre outras. Talvez com demasiada cerimônia pelas clássicas montagens britânicas.
A partir da segunda metade do século XX Shakespeare passou a ser desconstruído ao redor do mundo e assim, mudaram também as plataformas e as maneiras de se contar suas histórias. Quase tudo seria permitido, o bardo inglês seria ainda mais popular e estaria ao alcance de todas as plateias.
Em Otelo e Desdêmona – o mouro de Veneza em cordel, temos o clássico transformado em literatura popular de cordel. Toda a aventura e tragédia provocada pelo ciúme é emoldurada pelas rimas e pelo ritmo nordestino, levando o leitor a embarcar numa ponte aérea inédita entre Veneza e o sertão brasileiro.
Arievaldo Vianna, xilogravador, chargista e ilustrador, uniu-se ao ilustrador e jornalista Jô Oliveira e juntos fizeram uma versão de uma das mais icônicas peças de Shakespeare. O livro é uma oportunidade para quem já conhece ou deseja conhecer um pouco mais sobre a obra do “bruxo” de Stratford-upon-Avon.
A obra de William Shakespeare já foi apresentada inúmeras vezes e em diversas plataformas além do teatro clássico. O cinema realizou algumas boas adaptações, outras nem tanto e o mesmo pode-se afirmar da sua transposição para a TV. Seria então o texto aprisionado nas folhas de papel através dos tempos a única e definitiva morada da obra do maior de todos os dramaturgos?
No Brasil o legado shakesperiano teve o teatro como seu grande propagador. Grandes companhias lideradas por renomados atores, na segunda metade do século XX, foram responsáveis por apresentar ao público as versões
tropicais para Romeu e Julieta, O mercador de Veneza, entre outras. Talvez com demasiada cerimônia pelas clássicas montagens britânicas.
A partir da segunda metade do século XX Shakespeare passou a ser desconstruído ao redor do mundo e assim, mudaram também as plataformas e as maneiras de se contar suas histórias. Quase tudo seria permitido, o bardo inglês seria ainda mais popular e estaria ao alcance de todas as plateias.
Em Otelo e Desdêmona – o mouro de Veneza em cordel, temos o clássico transformado em literatura popular de cordel. Toda a aventura e tragédia provocada pelo ciúme é emoldurada pelas rimas e pelo ritmo nordestino, levando o leitor a embarcar numa ponte aérea inédita entre Veneza e o sertão brasileiro.
Arievaldo Vianna, xilogravador, chargista e ilustrador, uniu-se ao ilustrador e jornalista Jô Oliveira e juntos fizeram uma versão de uma das mais icônicas peças de Shakespeare. O livro é uma oportunidade para quem já conhece ou deseja conhecer um pouco mais sobre a obra do “bruxo” de Stratford-upon-Avon.
Nascido no Sertão Central do Ceará, Arievaldo Vianna
foi criado à luz de lamparina, bebendo água de pote e cresceu em contato permanente com a cultura popular nordestina. Descobriu muito cedo a vocação poética e o desenho. Publicou seus primeiros trabalhos em jornais de Fortaleza e em publicações alternativas como fanzines e revistas. É criador do projeto Acorda Cordel na Sala de Aula, que utiliza a poesia popular como ferramenta paradidática. Além de ser autor de mais de cem folhetos de cordel e ter cerca de vinte livros publicados, atua também como xilogravador, chargista
e ilustrador.
Jô Oliveira nasceu na Ilha de Itamaracá, Pernambuco, em 1944. É jornalista e ilustrador. Estudou artes gráficas na Escola de Belas Artes no Rio de Janeiro e comunicação visual na Escola Superior de Artes Industriais da Hungria, em Budapeste. Realizou exposições dos seus trabalhos em di-
versas feiras nacionais e internacionais, publicou trabalhos e livros no Brasil, Itália, Grécia, Dinamarca, Hungria, França e Argentina. Boa parte da sua obra é baseada na literatura popular nordestina e no imaginário brasileiro. Jô desenha com nanquim, aquarela líquida e lápis de cor sobre papel fabriano e acredita que a leitura e o amor pelo desenho sejam requisitos primordiais para qualquer ilustrador.






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