Memórias do meu quilombo

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O Livro

Um livro de memórias regado de afetos, saudades e cicatrizes. Em 16 capítulos, Dona Rosinha nos conta, sem pressa, sua trajetória de vida: a orfandade ainda na primeira infância; a miséria vivenciada, com a fome como companheira constante; o racismo sofrido na escola; e a doença que lhe tirou a qualidade de vida. O protagonismo de suas memórias é ofertado a todas as pessoas e lugares que passaram por sua vida e deram a ela as pequenas alegrias em meio às adversidades que se impuseram sobre seu caminho. Ler Memórias do meu quilombo é como conversar (com sorriso no rosto, ou lágrimas, em certos momentos) com um mais velho pelo qual temos muito respeito. A coloquialidade presente em sua escrita aproxima o leitor do texto, ao mesmo tempo que lhe desperta o desejo de ler/ouvir mais e mais capítulos da vida de Dona Rosinha. É uma leitura para quem se permite tocar pelo universo do outro; um afago dado por quem, apesar de tudo, permanece enxergando beleza na vida.
“Apresentar o conjunto de relatos que compõe este pequeno livro me trouxe uma profunda satisfação. Porque, se pequeno é em sua materialidade, grande, imenso, é o seu significado. Trata-se de um livro que encena o movimento de uma pessoa das classes populares que se apropria da escrita para salvaguardar as suas memórias. No ato de escrever, de registrar passagens de sua vida, Dona Rosinha executa um duplo movimento. O que afirma o direito à escrita e o que busca assegurar o direito à memória, que não é só dela, mas que é também de pertença coletiva.” (trecho do prefácio de Conceição Evaristo) imagem de capa: Rafael Pereira, sem título, 2022. ©Cortesia Galeria Estação; foto ©João Liberato.  

Características

Acabamento: brochura
Ano de publicação: 2025
ISBN: 9786556021843
Formato: 13,50x20,50
Idioma: Português
Edição: 1
Número de páginas: 96
Gênero: Biografia, Destaques, Literatura.
Código interno: 002526
Tags: biografia, escrevivencia, literatura-negra, memorias,

O Livro

Um livro de memórias regado de afetos, saudades e cicatrizes. Em 16 capítulos, Dona Rosinha nos conta, sem pressa, sua trajetória de vida: a orfandade ainda na primeira infância; a miséria vivenciada, com a fome como companheira constante; o racismo sofrido na escola; e a doença que lhe tirou a qualidade de vida. O protagonismo de suas memórias é ofertado a todas as pessoas e lugares que passaram por sua vida e deram a ela as pequenas alegrias em meio às adversidades que se impuseram sobre seu caminho. Ler Memórias do meu quilombo é como conversar (com sorriso no rosto, ou lágrimas, em certos momentos) com um mais velho pelo qual temos muito respeito. A coloquialidade presente em sua escrita aproxima o leitor do texto, ao mesmo tempo que lhe desperta o desejo de ler/ouvir mais e mais capítulos da vida de Dona Rosinha. É uma leitura para quem se permite tocar pelo universo do outro; um afago dado por quem, apesar de tudo, permanece enxergando beleza na vida.
“Apresentar o conjunto de relatos que compõe este pequeno livro me trouxe uma profunda satisfação. Porque, se pequeno é em sua materialidade, grande, imenso, é o seu significado. Trata-se de um livro que encena o movimento de uma pessoa das classes populares que se apropria da escrita para salvaguardar as suas memórias. No ato de escrever, de registrar passagens de sua vida, Dona Rosinha executa um duplo movimento. O que afirma o direito à escrita e o que busca assegurar o direito à memória, que não é só dela, mas que é também de pertença coletiva.” (trecho do prefácio de Conceição Evaristo) imagem de capa: Rafael Pereira, sem título, 2022. ©Cortesia Galeria Estação; foto ©João Liberato.  

Características

Acabamento: brochura
Ano de publicação: 2025
ISBN: 9786556021843
Formato: 13,50x20,50
Idioma: Português
Edição: 1
Número de páginas: 96
Gênero: Biografia, Destaques, Literatura.
Código interno: 002526
Tags: biografia, escrevivencia, literatura-negra, memorias,

Memórias do meu quilombo

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Autora

DONA ROSINHA nasceu em 29 de março de 1959. Mora no Quilombo Morro Santo Antônio, em Itabira (MG). Estudou somente até a oitava série e, ao longo da vida, trabalhou como faxineira, vendedora e balconista. Foi presidente, por dois mandatos, da Associação do Quilombo Morro Santo Antônio e da Interassociação dos Amigos de Bairros de Itabira, além de ter sido conselheira da sociedade civil de seu município por mais de 12 anos e primeira-secretária da associação do Quilombo por 16 anos. Dona Rosinha é também membro da rede nacional de violência contra mulheres. Ávida leitora desde criança, encontrou nas palavras escritas à caneta em um caderninho sua maneira de trocar vivências e afetos com o mundo.

  • Foto de Filipi Augusto